quarta-feira, 10 de março de 2010

Os novos pesquisadores e co-criadores: Steve Johnson

Um dos pioneiros na pesquisa das essências florais foi Steve Johnson, co-criador do Sistema do Alasca.

O primeiro contato de Steve Johnson com essências florais ocorreu em 1980, quando enfrentou problemas de saúde e uma pessoa lhe sugeriu que tomasse duas essências de Bach. Após dois meses de uso, ficou tão encantado com os resultados em sua saúde e no seu bem estar que se propôs a estudar sobre o assunto e preparar-se para utilizar as essências em seu trabalho.

Entrou em contato com Richard Kats e Patricia Kaminski, pesquisadores do Sistema da FES - California, quando aprofundou a compreensão sobre as essências através de estudos e determinou-se a continuar seu trabalho com esse método de cura.

Em 1983, ao trabalhar como especialista em controle de incêndios, no lago Michimuna, no Alasca, num dia claro de verão, recebeu a primeira inspiração de que aquele era um local perfeito para preparar uma essência floral e ali começou o seu trabalho.

Nessa experiência pôde integrar dois aspéctos importantes de sua vida: o profundo respeito pela natureza, que o levou a dedicar um período significativo de sua vida, combatendo incêndios nas florestas e o seu interesse pela cura, inicialmente desenvolvido através da proteção das florestas e posteriormente através da cura das pessoas.

Em 1984 fundou o "Alaskan Flower Essence Project", uma instituição dedicada a coordenar o estudo e a preparação de novas essências florais do Alasca. Desde a sua fundação o "Projeto das essências florais do Alasca já pesquisou mais de 700 novos remédios vibracionais, incluindo essências ambientais ( sendo o pioneiro nesta área) além de elixires de gemas.

No Alasca a temperatura varia de -50 graus C no inverno à 35 graus C no verão. a luz do sol permanece até 20 horas por dia no verão. No inverno é o contrário, a noite predomina durante quase todo o tempo.

As plantas também refletem estes extremos nas suas energias, florecendo antes que a neve derreta e continuando num ritmo frenético durante todo o verão, estimuladas pela luz constante do sol. É de 65 dias o período que as plantas dispõem para florecer e produzir frutos em algumas regiões.

Há somente seis diferentes familias de árvores que crescem no Alasca. São poucas as espécies vegetais mas a quantidade dessas plantas se estende por muitos quilometros. Grandes extensões de tundra e floresta permanecem em total isolamento e contém uma variedade de plantas que expressam força, poder e vitalidade não superadas em nenhum outro lugar do mundo.

Essas plantas se adaptaram e se desenvolveram por muitos anos num ambiente de contrastes extremos, onde o frio glacial do inverno escuro é precedido por um calor irradiante, no verão, quando a luz é intensa e permanente.

As essências florais do Alasca movimentam muita energia, nos ajudam especialmente a expandir e clarificar a vivência e o entendimento de nossos processos de limpeza, expansão, transformação da nossa consciência e alinhamento entre os diversos níveis do nosso ser.

Elas nos ajudam a enxergar que a natureza está dentro de nós, como também está fora. Nos mostram muitas maneiras diferentes de trabalhar essa questão. Ajudam-nos a abrir e purificar um lugar dentro do nosso coração, onde poderemos vivenciar uma comunhão diária com a vida e a inteligência presentes na natureza.

Steve se considera apenas um "tradutor das flores". Ao dar voz às flores do Alasca, possibilitou que compartilhassemos a luz e a sabedoria que elas possuem. Hoje ele viaja por todos os continentes divulgando seu trabalho de pesquisa e preparação das essências, programas e matérias de desenvolvimento educacional, com o objetivo de divulgar a compreensão e o uso das essências florais no mundo.

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