Para o Dr. Bach, a desarmonia entre o Eu Superior e a Personalidade se expressa através de conflitos que podem se transformar na causa da doença. Esses conflitos se manifestam através de fraquezas de caráter ao nivel da personalidade, tais como: o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoismo, a ignorância, a indecisão e a avidez. Cada uma dessas qualidades negativas irá gerar um conflito que, necessariamente, se refletirá no corpo físico, produzindo um tipo específico de doença.
O orgulho, que nada mais é do que a arrogância e rigidez mental, dará origem às doenças que produzem rigidez e endurecimento do corpo. A dor é o resultado da crueldade inflingida aos outros.
Através do sofrimento pessoal a pessoa aprende a não agredir aos outros, física ou mentalmente. As penalidades do ódio são a solidão, a índole violenta e incontrolável, as explosões nervosas e os estados histéricos.
As doenças introspectivas: neuroses, neurastenia e estados similares, são causadas por um excesso de egoismo. A instabilidade mental leva à instabilidade física, com os vários distúrbios que afetam os movimentos e a coordenação. Se houver resistências para entrar em contato com a realidade, a consequência natural será a deterioração da visão e da audição. A avidez e o controle sobre os outros transformam a pessoa num "escravo" do seu proprio corpo, com desejos e ambições restringidos pela propria doença.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Bases Teórico-filosóficas do Sistema Bach (3)
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Bases Teórico-filosóficas do Sistema Bach (2)
Edward Bach dizia que a doença seria o resultado de um conflito entre o Eu superior ou alma, nosso âmago essencial divino, a centelha divina, nossa conexão com o cosmos e a Personalidade, sendo que a doença nunca seria erradicada a não ser pelo esforço espiritual e mental.
A moderna ciência médica, ao se concentrar apenas nos aspéctos físicos da doença e ao desconhecer sua verdadeira natureza, tem aumentado o seu poder, desviando o pensamento das pessoas, da origem da doença e consequentemente, não encontrando o método eficaz de curá-la. Aumenta com isso o complexo doentio de medo, que nunca deveria existir, ao se considerar a doença como um mal a ser combatido e não como uma lição a ser aprendida.
" A doença é apenas e tão somente corretiva. Ela não é vingativa nem cruel; mas é o meio adotado pela nossa Alma para nos mostrar os nossos erros, nos impedir de cometer erros ainda maiores, nos impedir de causar maiores danos e nos trazer de volta àquele caminho da Verdade e da Luz do qual nunca deveríamos ter nos afastado." (Bach, 1931)
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Bases Teórico-filosóficas do Sistema Bach (1)
Edward Bach foi um pioneiro ao compreender a relação existente entre as emoções, a saúde do corpo e o psiquismo. Para que a saúde se mantenha, ele percebeu a necessidade de que os aspéctos emocionais e espirituais, juntamente com o físico, fossem tratados. Também percebeu que, ao nos faltar uma percepção consciente da nossa identidade como alma-espírito, ao nos afastarmos dos outros ou de nosso propósito de vida, a doença acontece.
Dr. Bach nos explicou, em sua importante obra "Heal Thyself" (Cura-te a ti mesmo),que a doença é um sinal para tomarmos consciência das nossas imperfeições e aprendermos as lições, a fim de que possamos cumprir melhor nosso propósito de vida.
A visão que ele tinha sobre doença e saúde superou os conceitos tradicionais da medicina, na época em que viveu.
" A doença nunca será curada ou erradicada pelos atuais métodos materialistas, pela simples razão de que a doença, em sua origem, não é material. Aquilo que chamamos de doença, é o resultado ultimo produzido na corpo, o produto final de forças profundas e há muito atuantes; e mesmo que o tratamento material seja, por si só, aparentemente bem sucedido, isso nada mais é que um alivio temporário a menos que a causa real tenha sido removida." (Bach, 1931)
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O Terapeuta Floral
Durante 40 anos o conhecimento sobre "Os remédios Florais do Dr. Bach ficou guardado no Centro Bach, no Pais de gales, na Inglaterra, sendo utilizado somente pelas pessoas que conviveram e trabalharam com o Dr. Bach. Mas a partir de 1979 esse conhecimento começou a ser divulgado por outros terapeutas e surgiram novas pesquisas seguindo a orientação recebida do Dr. Bach.
Ao longo deste século e do século passado o estado de consciência que temos de nós e do mundo que nos cerca, evoluiu consideravelmente. Encontrar nosso caminho rumo à uma ciência espiritual da terapia floral é uma jornada verdadeiramente pioneira e desafiadora, na qual mal demos os primeiros passos.
A tarefa atual dos terapeutas florais é criar uma alquimia moderna, uma nova ciência da Natureza, que possa nos ajudar a compreender melhor as plantas que usamos nas essências e os efeitos que elas produzem nas pessoas.
Todas as observações e estudos que realizamos sobre as plantas são importantes contribuições para a nossa compreensão de suas propriedades porém o todo ainda é maior do que a soma de suas partes. Quando vivenciamos a planta em seus diferentes níveis, desenvolve-se entre nós e elas um relacionamento mais elevado, que parte de nossa compreensão sensorial e mental e vai se refinando até tornar-se uma percepção consciente extra-sensorial e meditativa. Só a partir dai podemos perceber os campos de energia sutil da planta, ouvir sua mensagem interior e vivenciá-la no nível mais profundo do seu ser.
Essa sintonia com a planta tem de ser aprendida e precisa ser repetida muitas vezes até que o terapeuta desenvolva a sensibilidade e a clareza para compreender a mensagem da alma da planta e dessa forma entender a necessidade da alma da pessoa a quem assiste.
Terapeutas, curadores e aconselhadores nem sempre estão preparados para esse papel, devido à precariedade de nossa formação profissional. Os primeiros terapeutas que se aventuraram a utilizar as essências em seu trabalho terapêutico foram auto-didatas, pessoas arrojadas, que experimentaram em si mesmas as essências e ao sentir os resultados do seu uso, decidiram compartilhar com a humanidade as suas vivências extendendo esse benefício à pessoas a quem assistiam.
Muito se aprendeu com esses corajosos e abnegados pioneiros que, após um período experimental, passaram a registrar na literatura, de forma mais sistematizada e acadêmica as suas descobertas, o que muito contribuiu para os terapeutas que os sucederam.
Mas hoje necessitamos mais do que uma rica literatura, oriunda de várias partes do mundo, falando sobre as qualidades das essências. É necessário que consideremos o papel do terapeuta floral como uma nova profissão, que exige uma formação específica, caracterizando seus direitos e deveres através de um código de ética bem estruturado, definindo seus limites de competência e abrangência através da auto-regulamentação profissional e estabelecendo um currículo básico de formação interdisciplinar envolvendo inúmeros campos de estudo, incluindo a biologia, a botânica, a ecologia, a filosofia, a física quântica, a fitoterapia.a geologia, a geomancia, a quimica, a psicologia transpessoal, a sociologia e outros.
Além disso é de fundamental importância para o terapeuta, além do conhecimento acadêmico, o auto-conhecimento e o seu desenvolvimento interior, durante todo o processo de formação profissional, bem como a continuidade disso posteriormente, durante o exercício da profissão.
É indispensavel que o terapeuta floral apresente uma saudavel estrutura de ego, conservando e ampliando sua sensibilidade e receptividade inatas, além de aprimorar suas habilidades enquanto observador científico. Essa é uma habilidade fundamental e necessária para que o profissional se torne perito na seleção de essências florais e na avaliação dos resultados de suas escolhas.
Também necessita de um profundo conhecimento psicológico para entender e interpretar o processo de transformação interior ou as resistências que podem ocorrer durante esse processo, para poder interpretá-las corretamente, sinalizando-as aos seus clientes.
Para que isso se concretize é fundamental a estruturação das associações regionais de Terapeutas Florais, estimulando seus associados a organizarem comissões para estudar as questões básicas dessa nova ciência, elaborarem documentos fundamentados nas ciências envolvidas e organizarem-se como um grupo coeso e integrado para defender e orientar a auto-regulamentação da profissão.
Postado por jujucanteiro às 17:29 0 comentários
Terapia floral 2
A maioria das pessoas, familiarizadas com a abordagem de cura através de essências florais, acredita que essa terapia originou-se no início do século XX, com o Dr. Edward Bach. Mas na realidade, foi ele quem recebeu a missão de sistematizar um conhecimento milenar, que foi sendo gradualmente resgatado, no decorrer dos séculos, por varias personalidades como Paracelso, Hahnemann, Goethe, Steiner, Yung e tradições como a fitoterapia, o xamanismo e a medicina popular.
Esse conhecimento foi tecido à partir de associações de experiências, intuições, percepções e descobertas baseadas principalmente na observação de sensitivos inspirados de alguma forma pela alquimia das flores em sua comunicação com a Natureza.
Essas personalidades percorreram uma longa trajetória de aprendizado, enquanto a humanidade aguardava o momento de amadurecer o suficiente para compreender e usar essa dádiva de cura da natureza e acordar para a tarefa alquímica de juntar as partes física, emocional e espiritual de nós mesmos.
Dr. Bach foi um pioneiro que estava muito adiantado em seu tempo e no início do século suas idéias não tiveram uma acolhida muito calorosa. Entretanto a humanidade foi evoluindo, tanto científica quanto espiritualmente e ao final do século, a semente plantada por ele frutificou envolvendo o mundo inteiro em suas lições de sabedoria.
Ele antecipou nossa atual revolução de saúde, enfatizando as substâncias naturais, bem como integrando tanto a mente quanto o corpo na consciência da saúde.
Também nos mostrou a necessidade da auto-responsabilidade e do envolvimento pessoal no processo de cura da doença. Ele foi um cientista dedicado, um pesquisador incansável, um sensitivo idealista, altamente espiritualizado, com uma forte afinidade com a natureza, a ponto de perceber, muito cedo em sua vida, que a alma humana e o espírito da natureza não mais estavam em harmonia. Necessitavam de uma re-união.
Mas ao final de seu trabalho ele achou que precisava simplificar toda a fundamentação teórica de suas pesquisas, com a intenção de facilitar a compreensão de seus postulados e tornar as suas essências florais acessíveis a todas as pessoas.
Durante varias décadas as 38 essências circularam de forma muito reservada, gradualmente e sem alarde, abrindo caminho ao redor do mundo. Os resultados alcançados foram divulgados boca a boca, por vários terapeutas e usuários e ao final da década de setenta, essa semente escondida começou a frutificar, sendo que as essências receberam maior reconhecimento ao se constatar que a principal qualidade delas foi a de fazer a ligação, de uma forma segura e eficaz, entre a saúde emocional e a física, incluindo também a saúde espiritual.
A partir dai terapeutas do mundo inteiro passaram a intensificar e ampliar suas experiências, associando às essências, novos elementos além de flores, criando novos sistemas de florais. Muitos esforços tem sido desenvolvidos em todos os continentes para entender a linguagem das flores e congressos internacionais e nacionais tem sido realizados para compartilhar, definir e estabelecer objetivos de cura, estimulando com isso novos estudos e vivências, associados à terapia floral.
Encontrar nosso caminho rumo à uma ciência espiritual da terapia floral é uma jornada verdadeiramente pioneira e desafiadora, na qual mal demos os primeiros passos. A nossa tarefa atual é criar uma alquimia moderna, uma nova ciência da Natureza, que possa nos ajudar a compreender melhor as plantas que usamos nas essências e os efeitos que elas produzem nas pessoas.
Todas as observações e estudos que realizamos sobre as plantas são importantes contribuições para a nossa compreensão de suas propriedades porém o todo ainda é maior do que a soma de suas partes. Quando vivenciamos a planta em seus diferentes níveis, desenvolve-se entre nós e elas um relacionamento mais elevado, que parte de nossa compreensão sensorial e mental e vai se refinando até tornar-se uma percepção consciente extra-sensorial e meditativa. Só a partir dai podemos perceber os campos de energia sutil da planta, ouvir sua mensagem interior e vivenciá-la no nível mais profundo do seu ser.
Essa sintonia com a planta tem de ser aprendida e precisa ser repetida muitas vezes até que o terapeuta desenvolva a sensibilidade e a clareza para compreender a mensagem da alma da planta e dessa forma entender a necessidade da alma da pessoa a quem assiste.
Postado por jujucanteiro às 17:12 0 comentários
Continuando a história
Em 1932 o Conselho de Medicina da Inglaterra, através de uma correspondência, trocada com o Dr. Bach, ameaçou-o de cassação do diploma, se ele continuasse a usar colaboradores leigos em seu trabalho e a divulgar seus conhecimentos fora do meio cientifico. Mas Bach desconheceu as ameaças e manteve sua posição, continuando suas pesquisas.
A partir de 1933 sua sensibilidade foi se desenvolvendo num crescente, descobriu e preparou novos florais, formulando seu famoso "remédio dos primeiros socorros" - RESCUE. Instalou-se em Sotwell, um lugarejo no vale do baixo Tamisa, onde cresce a maioria das plantas por ele encontradas.
Nesse período Bach experimentou, em si mesmo, outros estados emocionais negativos e encontrou em cada um deles a planta correspondente. Ao preparar e ingerir a essência, os sintomas emocionais patológicos desapareciam em poucas horas.
Alem dos remédios preparados pelo "método solar", encontrou mais dezenove essências preparadas pelo "método da fervura", por ele criado.
Em 1936, tendo completado a última série das 38 essências florais que compõem o sistema, Dr. Bach acreditou que seu trabalho estivesse concluido e sua obra encerrada. Passou então a divulgar sua terapia e seus conhecimentos num ciclo de palestras a um público mais amplo. Na noite de seu 50º aniversário fez a primeira palestra pública em Wallingford.
Em 27 de novembro de 1936 Dr. Bach morreu enquanto dormia, de parada cardíaca. Seus colaboradores: Nora Weeks e Victor Bullen, indicados por Bach como seus sucessores, dão continuidade ao seu trabalho, até 1978, administrando a sua obra no Centro Bach, o mesmo local onde ele passou os seus últimos anos de vida.
Dr. Bach deixou para o mundo um novo sistema de cura, composto por 38 essências extraidas da natureza, identificado hoje como: Os Remédios Florais do Dr. Bach.
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Edward Bach - sua história
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Edward Bach
Edward Bach - sua história
Em 24/09/1886 nasce Edward Bach, primogenito de uma familia de tres filhos, em Moseley, na Inglaterra.
As caracteristicas marcantes de Edward: constituição física delicada; imenso desejo de saber e profunda compaixão pelas outras criaturas.
De 1903 a 1906 trabalhou como aprendiz na fundição do pai, quando observou doenças físicas e conflitos emocionais a elas associados, nos operários da empresa, bem como a dificuldade de pagar pelos tratamentos médicos. Decide então tornar-se médico, estudou medicina de 1906 a 1913, em Birmingham e Londres.
Depois de formado, trabalhou como responsavel pelo atendimento de acidentados no University College Hospital. Lá foi nomeado assistente do departamento de bacteriologia e imunologia. Ali percebeu a relação entre certos tipos de bactérias do intestino humano e o surgimento de doenças crônicas. Usou diversos tipos de bactérias para criar vacinas.
Em 1917 teve de ser operado de um tumor maligno no baço, onde foi dado o prognóstico de três meses de vida. No entanto recuperou-se após três meses, graças à vontade absoluta de concluir seus projetos de pesquisa.
De 1918 a 1922 ocupou um cargo no Hospital Homeopático de Londres. na ocasião tomou conhecimento do Organon, de Samuel Hahnemann, o criador da homeopatia. Edward preparou então vacinas como nosódios homeopáticos, criando os Nosódios de Bach, tratando centenas de pacientes, com sucesso.
Ele classificou os chamados "sintomas emocionais" e correlacionou cada grupo de bactérias dos nosódios à uma determinada atitude emocional da personalidade. Seu novo objetivo era fazer o diagnóstico através dos sintomas emocionais, em vez dos dispendiosos exames bacteriológicos. (continua)
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Marcadores: Edward Bach
Postado por jujucanteiro às 06:55 0 comentários
Fundamentos da terapia Floral
Embora a utilização das flores para promover a cura das pessoas tenha muitos precedentes desde a antiguidade, sua aplicação, através de essências florais, em emoções e atitudes especificas, foi inicialmente desenvolvida por um médico, patologista e homeopata inglês, o Dr. Edward Bach, durante a década de 1930.
O Dr. Bach foi um pioneiro ao compreender o relacionamento entre as emoções e a saúde do corpo e da psiquê, percebendo a necessidade de tratar aspéctos emocionais e espirituais, para que a saúde pudesse ser mantida. Segundo o Dr. Bach, a doença é uma mensagem para mudarmos, uma oportunidade para tomarmos consciência das nossas imperfeições e para aprendermos as lições de vida, de modo a cumprir melhor nosso verdadeiro destino.
Bach recebeu uma formação médica convencional em londres e durante muitos anos trabalhou como bacteriologista, mas sua abordagem, contudo, era pouco convencional, pois baseava seu tratamento, em vez de partir de um diagnóstico puramente físico, pelas emoções e atitudes de seus pacientes.
Mais tarde, ao voltar-se para a medicina homeopática, desenvolveu uma abordagem de saúde onde a pessoa era vista como um todo integrado, utilizando remédios homeopáticos que energizavam os poderes de cura do corpo.
Em 1930 deixou uma clínica homeopática bem sucedida em Londres, transferiu-se para uma região rural no Pais de Gales e desenvolveu um novo sistema de remédios naturais, feitos com flores silvestres, correlacionando cada remédio floral com um específico estado mental humano.
Numa época em que o mundo se preocupava com o sofrimento físico, a convulsão política, a devastação econômica e a ascensão do nazismo e do facismo, Dr. Bach percebeu a escuridão interior da alma humana e reconheceu a importância de emoções destrutivas como a depressão, o ódio e o medo, na manutenção da doença.
Juntamente com outros pioneiros da medicina, ele percebeu o prejuizo que as emoções e atitudes desequilibradas podem causar no ser humano.
Mas ele foi além, compreendendo que a verdadeira saúde está baseada na conexão da nossa vida com um propósito maior e que a própria natureza pode fornecer as substâncias capazes de proporcionar uma mudança profunda na alma e no corpo humanos.
Marcadores: Terapia floral
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