sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Bases Teórico-filosóficas do Sistema Bach (3)

Para o Dr. Bach, a desarmonia entre o Eu Superior e a Personalidade se expressa através de conflitos que podem se transformar na causa da doença. Esses conflitos se manifestam através de fraquezas de caráter ao nivel da personalidade, tais como: o orgulho, a crueldade, o ódio, o egoismo, a ignorância, a indecisão e a avidez. Cada uma dessas qualidades negativas irá gerar um conflito que, necessariamente, se refletirá no corpo físico, produzindo um tipo específico de doença.

O orgulho, que nada mais é do que a arrogância e rigidez mental, dará origem às doenças que produzem rigidez e endurecimento do corpo. A dor é o resultado da crueldade inflingida aos outros.

Através do sofrimento pessoal a pessoa aprende a não agredir aos outros, física ou mentalmente. As penalidades do ódio são a solidão, a índole violenta e incontrolável, as explosões nervosas e os estados histéricos.

As doenças introspectivas: neuroses, neurastenia e estados similares, são causadas por um excesso de egoismo. A instabilidade mental leva à instabilidade física, com os vários distúrbios que afetam os movimentos e a coordenação. Se houver resistências para entrar em contato com a realidade, a consequência natural será a deterioração da visão e da audição. A avidez e o controle sobre os outros transformam a pessoa num "escravo" do seu proprio corpo, com desejos e ambições restringidos pela propria doença.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Bases Teórico-filosóficas do Sistema Bach (2)

Edward Bach dizia que a doença seria o resultado de um conflito entre o Eu superior ou alma, nosso âmago essencial divino, a centelha divina, nossa conexão com o cosmos e a Personalidade, sendo que a doença nunca seria erradicada a não ser pelo esforço espiritual e mental.
A moderna ciência médica, ao se concentrar apenas nos aspéctos físicos da doença e ao desconhecer sua verdadeira natureza, tem aumentado o seu poder, desviando o pensamento das pessoas, da origem da doença e consequentemente, não encontrando o método eficaz de curá-la. Aumenta com isso o complexo doentio de medo, que nunca deveria existir, ao se considerar a doença como um mal a ser combatido e não como uma lição a ser aprendida.
" A doença é apenas e tão somente corretiva. Ela não é vingativa nem cruel; mas é o meio adotado pela nossa Alma para nos mostrar os nossos erros, nos impedir de cometer erros ainda maiores, nos impedir de causar maiores danos e nos trazer de volta àquele caminho da Verdade e da Luz do qual nunca deveríamos ter nos afastado." (Bach, 1931)

Bases Teórico-filosóficas do Sistema Bach (1)

Edward Bach foi um pioneiro ao compreender a relação existente entre as emoções, a saúde do corpo e o psiquismo. Para que a saúde se mantenha, ele percebeu a necessidade de que os aspéctos emocionais e espirituais, juntamente com o físico, fossem tratados. Também percebeu que, ao nos faltar uma percepção consciente da nossa identidade como alma-espírito, ao nos afastarmos dos outros ou de nosso propósito de vida, a doença acontece.
Dr. Bach nos explicou, em sua importante obra "Heal Thyself" (Cura-te a ti mesmo),que a doença é um sinal para tomarmos consciência das nossas imperfeições e aprendermos as lições, a fim de que possamos cumprir melhor nosso propósito de vida.
A visão que ele tinha sobre doença e saúde superou os conceitos tradicionais da medicina, na época em que viveu.
" A doença nunca será curada ou erradicada pelos atuais métodos materialistas, pela simples razão de que a doença, em sua origem, não é material. Aquilo que chamamos de doença, é o resultado ultimo produzido na corpo, o produto final de forças profundas e há muito atuantes; e mesmo que o tratamento material seja, por si só, aparentemente bem sucedido, isso nada mais é que um alivio temporário a menos que a causa real tenha sido removida." (Bach, 1931)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Terapeuta Floral

Durante 40 anos o conhecimento sobre "Os remédios Florais do Dr. Bach ficou guardado no Centro Bach, no Pais de gales, na Inglaterra, sendo utilizado somente pelas pessoas que conviveram e trabalharam com o Dr. Bach. Mas a partir de 1979 esse conhecimento começou a ser divulgado por outros terapeutas e surgiram novas pesquisas seguindo a orientação recebida do Dr. Bach.

Ao longo deste século e do século passado o estado de consciência que temos de nós e do mundo que nos cerca, evoluiu consideravelmente. Encontrar nosso caminho rumo à uma ciência espiritual da terapia floral é uma jornada verdadeiramente pioneira e desafiadora, na qual mal demos os primeiros passos.

A tarefa atual dos terapeutas florais é criar uma alquimia moderna, uma nova ciência da Natureza, que possa nos ajudar a compreender melhor as plantas que usamos nas essências e os efeitos que elas produzem nas pessoas.

Todas as observações e estudos que realizamos sobre as plantas são importantes contribuições para a nossa compreensão de suas propriedades porém o todo ainda é maior do que a soma de suas partes. Quando vivenciamos a planta em seus diferentes níveis, desenvolve-se entre nós e elas um relacionamento mais elevado, que parte de nossa compreensão sensorial e mental e vai se refinando até tornar-se uma percepção consciente extra-sensorial e meditativa. Só a partir dai podemos perceber os campos de energia sutil da planta, ouvir sua mensagem interior e vivenciá-la no nível mais profundo do seu ser.

Essa sintonia com a planta tem de ser aprendida e precisa ser repetida muitas vezes até que o terapeuta desenvolva a sensibilidade e a clareza para compreender a mensagem da alma da planta e dessa forma entender a necessidade da alma da pessoa a quem assiste.

Terapeutas, curadores e aconselhadores nem sempre estão preparados para esse papel, devido à precariedade de nossa formação profissional. Os primeiros terapeutas que se aventuraram a utilizar as essências em seu trabalho terapêutico foram auto-didatas, pessoas arrojadas, que experimentaram em si mesmas as essências e ao sentir os resultados do seu uso, decidiram compartilhar com a humanidade as suas vivências extendendo esse benefício à pessoas a quem assistiam.

Muito se aprendeu com esses corajosos e abnegados pioneiros que, após um período experimental, passaram a registrar na literatura, de forma mais sistematizada e acadêmica as suas descobertas, o que muito contribuiu para os terapeutas que os sucederam.

Mas hoje necessitamos mais do que uma rica literatura, oriunda de várias partes do mundo, falando sobre as qualidades das essências. É necessário que consideremos o papel do terapeuta floral como uma nova profissão, que exige uma formação específica, caracterizando seus direitos e deveres através de um código de ética bem estruturado, definindo seus limites de competência e abrangência através da auto-regulamentação profissional e estabelecendo um currículo básico de formação interdisciplinar envolvendo inúmeros campos de estudo, incluindo a biologia, a botânica, a ecologia, a filosofia, a física quântica, a fitoterapia.a geologia, a geomancia, a quimica, a psicologia transpessoal, a sociologia e outros.

Além disso é de fundamental importância para o terapeuta, além do conhecimento acadêmico, o auto-conhecimento e o seu desenvolvimento interior, durante todo o processo de formação profissional, bem como a continuidade disso posteriormente, durante o exercício da profissão.

É indispensavel que o terapeuta floral apresente uma saudavel estrutura de ego, conservando e ampliando sua sensibilidade e receptividade inatas, além de aprimorar suas habilidades enquanto observador científico. Essa é uma habilidade fundamental e necessária para que o profissional se torne perito na seleção de essências florais e na avaliação dos resultados de suas escolhas.

Também necessita de um profundo conhecimento psicológico para entender e interpretar o processo de transformação interior ou as resistências que podem ocorrer durante esse processo, para poder interpretá-las corretamente, sinalizando-as aos seus clientes.
Para que isso se concretize é fundamental a estruturação das associações regionais de Terapeutas Florais, estimulando seus associados a organizarem comissões para estudar as questões básicas dessa nova ciência, elaborarem documentos fundamentados nas ciências envolvidas e organizarem-se como um grupo coeso e integrado para defender e orientar a auto-regulamentação da profissão.

Terapia floral 2

A maioria das pessoas, familiarizadas com a abordagem de cura através de essências florais, acredita que essa terapia originou-se no início do século XX, com o Dr. Edward Bach. Mas na realidade, foi ele quem recebeu a missão de sistematizar um conhecimento milenar, que foi sendo gradualmente resgatado, no decorrer dos séculos, por varias personalidades como Paracelso, Hahnemann, Goethe, Steiner, Yung e tradições como a fitoterapia, o xamanismo e a medicina popular.

Esse conhecimento foi tecido à partir de associações de experiências, intuições, percepções e descobertas baseadas principalmente na observação de sensitivos inspirados de alguma forma pela alquimia das flores em sua comunicação com a Natureza.

Essas personalidades percorreram uma longa trajetória de aprendizado, enquanto a humanidade aguardava o momento de amadurecer o suficiente para compreender e usar essa dádiva de cura da natureza e acordar para a tarefa alquímica de juntar as partes física, emocional e espiritual de nós mesmos.

Dr. Bach foi um pioneiro que estava muito adiantado em seu tempo e no início do século suas idéias não tiveram uma acolhida muito calorosa. Entretanto a humanidade foi evoluindo, tanto científica quanto espiritualmente e ao final do século, a semente plantada por ele frutificou envolvendo o mundo inteiro em suas lições de sabedoria.

Ele antecipou nossa atual revolução de saúde, enfatizando as substâncias naturais, bem como integrando tanto a mente quanto o corpo na consciência da saúde.
Também nos mostrou a necessidade da auto-responsabilidade e do envolvimento pessoal no processo de cura da doença. Ele foi um cientista dedicado, um pesquisador incansável, um sensitivo idealista, altamente espiritualizado, com uma forte afinidade com a natureza, a ponto de perceber, muito cedo em sua vida, que a alma humana e o espírito da natureza não mais estavam em harmonia. Necessitavam de uma re-união.

Mas ao final de seu trabalho ele achou que precisava simplificar toda a fundamentação teórica de suas pesquisas, com a intenção de facilitar a compreensão de seus postulados e tornar as suas essências florais acessíveis a todas as pessoas.

Durante varias décadas as 38 essências circularam de forma muito reservada, gradualmente e sem alarde, abrindo caminho ao redor do mundo. Os resultados alcançados foram divulgados boca a boca, por vários terapeutas e usuários e ao final da década de setenta, essa semente escondida começou a frutificar, sendo que as essências receberam maior reconhecimento ao se constatar que a principal qualidade delas foi a de fazer a ligação, de uma forma segura e eficaz, entre a saúde emocional e a física, incluindo também a saúde espiritual.

A partir dai terapeutas do mundo inteiro passaram a intensificar e ampliar suas experiências, associando às essências, novos elementos além de flores, criando novos sistemas de florais. Muitos esforços tem sido desenvolvidos em todos os continentes para entender a linguagem das flores e congressos internacionais e nacionais tem sido realizados para compartilhar, definir e estabelecer objetivos de cura, estimulando com isso novos estudos e vivências, associados à terapia floral.

Encontrar nosso caminho rumo à uma ciência espiritual da terapia floral é uma jornada verdadeiramente pioneira e desafiadora, na qual mal demos os primeiros passos. A nossa tarefa atual é criar uma alquimia moderna, uma nova ciência da Natureza, que possa nos ajudar a compreender melhor as plantas que usamos nas essências e os efeitos que elas produzem nas pessoas.

Todas as observações e estudos que realizamos sobre as plantas são importantes contribuições para a nossa compreensão de suas propriedades porém o todo ainda é maior do que a soma de suas partes. Quando vivenciamos a planta em seus diferentes níveis, desenvolve-se entre nós e elas um relacionamento mais elevado, que parte de nossa compreensão sensorial e mental e vai se refinando até tornar-se uma percepção consciente extra-sensorial e meditativa. Só a partir dai podemos perceber os campos de energia sutil da planta, ouvir sua mensagem interior e vivenciá-la no nível mais profundo do seu ser.

Essa sintonia com a planta tem de ser aprendida e precisa ser repetida muitas vezes até que o terapeuta desenvolva a sensibilidade e a clareza para compreender a mensagem da alma da planta e dessa forma entender a necessidade da alma da pessoa a quem assiste.

Continuando a história

Em 1932 o Conselho de Medicina da Inglaterra, através de uma correspondência, trocada com o Dr. Bach, ameaçou-o de cassação do diploma, se ele continuasse a usar colaboradores leigos em seu trabalho e a divulgar seus conhecimentos fora do meio cientifico. Mas Bach desconheceu as ameaças e manteve sua posição, continuando suas pesquisas.
A partir de 1933 sua sensibilidade foi se desenvolvendo num crescente, descobriu e preparou novos florais, formulando seu famoso "remédio dos primeiros socorros" - RESCUE. Instalou-se em Sotwell, um lugarejo no vale do baixo Tamisa, onde cresce a maioria das plantas por ele encontradas.
Nesse período Bach experimentou, em si mesmo, outros estados emocionais negativos e encontrou em cada um deles a planta correspondente. Ao preparar e ingerir a essência, os sintomas emocionais patológicos desapareciam em poucas horas.
Alem dos remédios preparados pelo "método solar", encontrou mais dezenove essências preparadas pelo "método da fervura", por ele criado.
Em 1936, tendo completado a última série das 38 essências florais que compõem o sistema, Dr. Bach acreditou que seu trabalho estivesse concluido e sua obra encerrada. Passou então a divulgar sua terapia e seus conhecimentos num ciclo de palestras a um público mais amplo. Na noite de seu 50º aniversário fez a primeira palestra pública em Wallingford.
Em 27 de novembro de 1936 Dr. Bach morreu enquanto dormia, de parada cardíaca. Seus colaboradores: Nora Weeks e Victor Bullen, indicados por Bach como seus sucessores, dão continuidade ao seu trabalho, até 1978, administrando a sua obra no Centro Bach, o mesmo local onde ele passou os seus últimos anos de vida.
Dr. Bach deixou para o mundo um novo sistema de cura, composto por 38 essências extraidas da natureza, identificado hoje como: Os Remédios Florais do Dr. Bach.

Edward Bach - sua história

No período entre 1920 e 1928, Dr. Bach abriu um laboratório em Crescent Park, um consultorio na Harley-Street e um ambulatorio gratuito em Nottingham Place, em Londres. Publicou na ocasião diversos trabalhos com a colaboração de médicos homeopatas, participando de diversos congressos de homeopatia.


Nesta época sentiu necessidade de descobrir remédios "mais puros", ao perceber que muitos doentes crônicos tinham aversão instintiva às drogas preparadas com substãncias produzidas pela propria doença. Bach postula um novo "método de potencialização" que exclui a polaridade.


À partir de 1928 uma observação mais intensa dos componentes psíquicos do surgimento da doença levou-o ao conhecimento intuitivo de determinados tipos de personalidade emocional e modos de reação da natureza humana. Percebeu que as pessoas, conforme pertençam a um destes tipos de personalidade emocional, reagiriam à doença de modo igual ou semelhante. Fez as primeiras experieências com as plantas Impatiens, Mimulus e Clematis, sob a forma homeopática.


No auge de sua carreira médica, aos 44 anos de idade, Edward decidiu vender o consultório e o laboratório londrinos, para dedicar-se integralmente ao estudo dos diferentes tipos de personalidade humana e à busca de plantas curadoras específicas, no País de Gales. Na ocasião preparou-se para o novo método de cura que iria descobrir e queimou numa fogueira, os arquivos, ensaios e alguns utensílios ligados à atividade anterior.


Junto com sua assistente Nora Weeks, encontrou e preparou os nove primeiros remédios florais, nos arredores de Cromer, condado de Norfolk. Descobriu um novo processo de preparo - o método solar - e formulou os primeiros conhecimentos de sua filosofia sobre saúde, doença e cura. Publicou o livreto Heal Thyself ( Cura-te a ti mesmo), sua principal obra, numa linguagem simples e acessivel para leigos. Nesta época tratou gratuitamente seus pacientes com seus novos "remédios florais".



Edward Bach

Edward Bach - sua história
Em 24/09/1886 nasce Edward Bach, primogenito de uma familia de tres filhos, em Moseley, na Inglaterra.

As caracteristicas marcantes de Edward: constituição física delicada; imenso desejo de saber e profunda compaixão pelas outras criaturas.

De 1903 a 1906 trabalhou como aprendiz na fundição do pai, quando observou doenças físicas e conflitos emocionais a elas associados, nos operários da empresa, bem como a dificuldade de pagar pelos tratamentos médicos. Decide então tornar-se médico, estudou medicina de 1906 a 1913, em Birmingham e Londres.

Depois de formado, trabalhou como responsavel pelo atendimento de acidentados no University College Hospital. Lá foi nomeado assistente do departamento de bacteriologia e imunologia. Ali percebeu a relação entre certos tipos de bactérias do intestino humano e o surgimento de doenças crônicas. Usou diversos tipos de bactérias para criar vacinas.

Em 1917 teve de ser operado de um tumor maligno no baço, onde foi dado o prognóstico de três meses de vida. No entanto recuperou-se após três meses, graças à vontade absoluta de concluir seus projetos de pesquisa.

De 1918 a 1922 ocupou um cargo no Hospital Homeopático de Londres. na ocasião tomou conhecimento do Organon, de Samuel Hahnemann, o criador da homeopatia. Edward preparou então vacinas como nosódios homeopáticos, criando os Nosódios de Bach, tratando centenas de pacientes, com sucesso.
Ele classificou os chamados "sintomas emocionais" e correlacionou cada grupo de bactérias dos nosódios à uma determinada atitude emocional da personalidade. Seu novo objetivo era fazer o diagnóstico através dos sintomas emocionais, em vez dos dispendiosos exames bacteriológicos. (continua)

Admin · 5 vistos · Deixe um comentário

Fundamentos da terapia Floral

Embora a utilização das flores para promover a cura das pessoas tenha muitos precedentes desde a antiguidade, sua aplicação, através de essências florais, em emoções e atitudes especificas, foi inicialmente desenvolvida por um médico, patologista e homeopata inglês, o Dr. Edward Bach, durante a década de 1930.

O Dr. Bach foi um pioneiro ao compreender o relacionamento entre as emoções e a saúde do corpo e da psiquê, percebendo a necessidade de tratar aspéctos emocionais e espirituais, para que a saúde pudesse ser mantida. Segundo o Dr. Bach, a doença é uma mensagem para mudarmos, uma oportunidade para tomarmos consciência das nossas imperfeições e para aprendermos as lições de vida, de modo a cumprir melhor nosso verdadeiro destino.

Bach recebeu uma formação médica convencional em londres e durante muitos anos trabalhou como bacteriologista, mas sua abordagem, contudo, era pouco convencional, pois baseava seu tratamento, em vez de partir de um diagnóstico puramente físico, pelas emoções e atitudes de seus pacientes.

Mais tarde, ao voltar-se para a medicina homeopática, desenvolveu uma abordagem de saúde onde a pessoa era vista como um todo integrado, utilizando remédios homeopáticos que energizavam os poderes de cura do corpo.

Em 1930 deixou uma clínica homeopática bem sucedida em Londres, transferiu-se para uma região rural no Pais de Gales e desenvolveu um novo sistema de remédios naturais, feitos com flores silvestres, correlacionando cada remédio floral com um específico estado mental humano.

Numa época em que o mundo se preocupava com o sofrimento físico, a convulsão política, a devastação econômica e a ascensão do nazismo e do facismo, Dr. Bach percebeu a escuridão interior da alma humana e reconheceu a importância de emoções destrutivas como a depressão, o ódio e o medo, na manutenção da doença.

Juntamente com outros pioneiros da medicina, ele percebeu o prejuizo que as emoções e atitudes desequilibradas podem causar no ser humano.

Mas ele foi além, compreendendo que a verdadeira saúde está baseada na conexão da nossa vida com um propósito maior e que a própria natureza pode fornecer as substâncias capazes de proporcionar uma mudança profunda na alma e no corpo humanos.


Blogspot Templates by Isnaini Dot Com. Powered by Blogger and Supported by Modern Home Designs